Quantos passos você deixou de dar por medo?
Do que os outros iriam pensar, do que iria acontecer depois. Por pensar onde o caminho iria dar...
O medo nos mantem seguros no mundinho que já conhecemos. Longe de aventuras, de riscos e por consequência de novidades.
A resistência à mudança nos é comum, seja no trabalho, no modo como produzimos, até mesmo em como levamos a vida.
É pelo medo que muitos sustentam a fé, que deveria ser o oposto...
É por medo que muitas regras são mantidas, preferências oprimidas, crenças abolidas.
O medo pode dosar nossa coragem, e matar nossa esperança.
Pois a esperança geralmente está ligada à transformação antagônica ao medo...
Não basta coragem para vencer o medo.
É preciso paixão, fervura, adrenalina.
Impulso, inconsequência, muita força.
Vencer o medo de si, pode aumentar o medo dos outros.
Mas a vida passa sem medo de escorregar entre nossas mãos trêmulas.
Muito a dizer. Tantos pensamentos... Ideias e ideais que precisava transpor, compartilhar de alguma forma. E aqui está: um jeito de dizer o não-dito. Um jeito de calar o silêncio.
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Mundos opostos...
Falamos como se fosse possível, sobre as diferenças de personalidade, percepção da realidade, visão de mundo, ou de simples opinião que cada um pode ter.
O que traz prazer para um pode trazer desgosto para o outro.
Muitas vezes essa diferença nos leva a tentar mudar a outra pessoa.Convencidos de que o nosso modo de pensar é que é o "correto"
Algumas tentativas furtivas de mudar o outro, seja em como agir, ou ainda como pensar, acabam criando abismos entre pessoas que se amam.
Alguns perdem tanto tempo tentando mudar o outro, que o outro muda de companheiro.
Não permanecemos os mesmos sempre. Melhorar, aperfeiçoar não é o ponto aqui.
Mas até que ponto suportamos os "defeitos" do outro, sem tentar de forma insensata moldá-los.
Conheci pessoas que o motivo do fim do relacionamento anterior, era o mesmo que engatava um novo relacionamento. Quem não conhece alguém que enquanto casado, não se divertia, evitava festas, e assim que fica solteiro não faz outra coisa?
Ou aquela que o marido larga por nunca se arrumar, ou estar fora de forma, em poucas semanas se torna outra depois da separação?
O que vem depois da pergunta: Você é (está) feliz pode ser muito além de reflexivo. Pode ser decisivo.
Não se engane, a falta de carinho não é substituída por boas atitudes.
A falta de gentileza, não é suprimida pelo excesso de trabalho.
O amor a gente constrói incentivando o outro a gostar da pessoa que nos tornamos a cada novo dia.
Sem tentar mudá-lo para agradar, mas mudando o que desagrada.
A decisão de mudar deve partir de cada um. Baseado na necessidade de se sentir melhor consigo mesmo.
Do contrário, a mudança não será duradoura nem trará o benefício que se espera.
O que traz prazer para um pode trazer desgosto para o outro.
Muitas vezes essa diferença nos leva a tentar mudar a outra pessoa.Convencidos de que o nosso modo de pensar é que é o "correto"
Algumas tentativas furtivas de mudar o outro, seja em como agir, ou ainda como pensar, acabam criando abismos entre pessoas que se amam.
Alguns perdem tanto tempo tentando mudar o outro, que o outro muda de companheiro.
Não permanecemos os mesmos sempre. Melhorar, aperfeiçoar não é o ponto aqui.
Mas até que ponto suportamos os "defeitos" do outro, sem tentar de forma insensata moldá-los.
Conheci pessoas que o motivo do fim do relacionamento anterior, era o mesmo que engatava um novo relacionamento. Quem não conhece alguém que enquanto casado, não se divertia, evitava festas, e assim que fica solteiro não faz outra coisa?
Ou aquela que o marido larga por nunca se arrumar, ou estar fora de forma, em poucas semanas se torna outra depois da separação?
O que vem depois da pergunta: Você é (está) feliz pode ser muito além de reflexivo. Pode ser decisivo.
Não se engane, a falta de carinho não é substituída por boas atitudes.
A falta de gentileza, não é suprimida pelo excesso de trabalho.
O amor a gente constrói incentivando o outro a gostar da pessoa que nos tornamos a cada novo dia.
Sem tentar mudá-lo para agradar, mas mudando o que desagrada.
A decisão de mudar deve partir de cada um. Baseado na necessidade de se sentir melhor consigo mesmo.
Do contrário, a mudança não será duradoura nem trará o benefício que se espera.
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